O meio ambiente
Introdução:
Este trabalho, visando a preservação do ambiente em que vivemos, traz atitudes fáceis e práticas que você mesmo pode tomar para tornar o mundo um lugar mais agradável e seguro de se viver.
Nele também abordamos o trabalho que algumas entidades vêm realizando em prol da conservação das condições de vida saudável no nosso planeta.
O que VOCÊ pode fazer para preservar o meio ambiente:
A decisão de proteger os ambientes naturais e controlar a poluição não está apenas nas mãos dos políticos e grandes industriais. Está sobretudo na rotina diária de cada cidadão comum do planeta. Abaixo, as atitudes que você pode tomar, seguindo o lema: "Pense globalmente, aja localmente".
Reduza desperdícios de toda ordem. Quando mais recursos são desperdiçados, tanto a mais é preciso tirar do meio ambiente.
Evite o consumo desnecessário de energia. Não há produção de energia sem impacto ambiental. Compre eletrodomésticos e lâmpadas eficientes, mantenha seus aparelhos sem vazamentos, não deixe luzes acesas. Opte por residências com boa iluminação natural, use aquecimento solar.
Reduza o uso de veículos, sobretudo em dias de inversão térmica. Pelo menos uma vez por semana, deixe seu carro em casa.
Recicle seu lixo. Separe papéis, garrafas, vidros, plásticos e latas. entregue a sucateiros. A reciclagem diminui a demanda por matérias-primas virgens e reduz o consumo de energia.
Evite os descartáveis. Embalagens de espuma, frascos one-way, latas de cerveja e plástico são materiais difíceis de degradar no ambiente. Também provocam poluição atmosférica, quando queimados.
Reduza o consumo de água. A água encanada demanda energia e tratamento para chegar até sua casa. Evite vazamentos e desperdícios.
Boicote produtos que causam impacto ambiental, como spray com CFC.
Boicote alimentos e mercadorias que implicam na morte de animais selvagens ou dano à flora: palmito silvestres, xaxins, orquídeas, atum, tartaruga (carne, ovos e subprodutos do casco), colares de coral, casacos de pele, bolsas e cintos de jacaré, peças de marfim.
Não compre animais silvestres para criar em casa. Não estimule o comércio ilegal da fauna. Micos, macacos, onças, tucanos, araras, papagaios, tartarugas, peixes ornamentais fazem falta na natureza. Tenha mascotes nascidos e criados em cativeiro.
Não jogue lixo na natureza ou nas ruas das cidades. Não deixe um rastro de sujeira por onde passa.
Use corretamente produtos químicos, pesticidas, substâncias tóxicas. Verifique a destinação adequada dos restos. Não contamine o lixo e o esgoto de sua cidade.
Proteja parques, áreas verdes, praias, rios e mares. Não compre lotes irregulares no litoral. Não construa sobre o mangue.
Outra maneira de preservar o meio ambiente é reduzindo, reutilizando e reciclando o lixo.
LIXO: REDUZIR, REUTILIZAR e RECICLAR
Você sabia que grande parte do nosso lixo pode ser reaproveitado, reduzido ou reciclado? Comece por observar o que você joga fora todos os dias. Veja a seguir como diminuir este lixo.
Reduzindo o lixo
Evite levar para casa embalagens plásticas e de papel que não serão novamente utilizados;
Evite comprar alimentos com embalagens desnecessárias;
Prefira, sempre que for possível, produtos com vasilhame reaproveitável;
Escreva nos dois lados do papel e use, sempre que puder, produtos feitos com papel reciclado;
Não jogue lixo no chão;
Evite desperdício.
Reaproveitando o lixo
Jornais e papéis velhos podem ser vendidos ou doados aos catadores de papel que percorrem as ruas da sua cidade;
Compre sempre que possível bebidas com embalagens de vidros retornáveis e quando puder leve os vidros usados a um coletor de garrafas;
Procure reaproveitar melhor os legumes e frutas usando novas receitas, diminuindo assim as sobras que vão para o lixo;
Roupas, brinquedos, livros e jogos que você não usa mais podem ser reaproveitados por outros, portanto, não os jogue fora, doe a instituições e bazares de caridade;
Latas e peças de metais sem utilização devem ser vendidas para os catadores ou ferro velho existentes na cidade.
Reciclando o lixo
A indústria da reciclagem cuida de transformar componentes do lixo como o vidro, papel, metal e plástico em matéria-prima, para novos produtos.
"Reciclando, preservamos a qualidade da nossa vida e evitamos a formação de lixões; sendo que ao reaproveitarmos o lixo estamos contribuindo para a utilização mais adequada dos recursos naturais."
O que devemos fazer para tornar a reciclagem viável para todos?
Reduzir a quantidade do lixo produzido;
Proceder ao acondicionamento seletivo do lixo.
O acondicionamento seletivo do lixo consiste na separação de materiais que podem ser reutilizados ou reciclados.
Por que é importante reciclar?
Diminui a exploração de recursos naturais e o consumo de energia;
Melhora a limpeza da cidade e a qualidade de vida da população;
Contribui para diminuir a poluição do solo, da água e do ar;
Prolonga a vida útil de aterros sanitários e melhora a produção de composto orgânico;
Gera emprego para a população não qualificada;
Gera receita pela comercialização dos recicláveis;
Contribui para formar uma consciência ecológica e para valorização da limpeza urbana.
Reciclagem de Papel
Separe:
Jornais, revistas, embalagens, caixas, formulários, cadernos, etc.
A cada 50 quilos de papel reciclado estamos evitando que uma árvore seja cortada. O papel pode ser reciclado várias vezes, dependendo do tamanho de suas fibras.
Reciclagem de Vidro
Separe:
Vasilhame nas cores: âmbar, verde ou transparente (garrafas, copos, cacos de vidro).
Um quilo de vidro usado transforma-se em um quilo de vidro novo. Não há perda de matéria-prima, praticamente não produz resíduo e economiza 30% de energia elétrica.
Reciclagem de Metal
Separe:
Latas, fios, pregos, grampos, arames, panelas, alumínios, talheres, cobre, etc.
Cada tonelada de alumínio reciclado economiza a retirada de cinco toneladas de minério bauxita e 95% de energia elétrica.
Reciclagem de Plástico
Separe:
Plástico filme (mole), plástico duro.
A reciclagem do plástico economiza produtos derivados de petróleo. Os plásticos serão transformados, em sua maioria, em produtos como engradados, tubulações para esgoto, sacos de plástico, sacolas, baldes, etc.
Matéria Orgânica
Separe:
Restos de comida, folhagens, produtos de poda, bagaço, palhas, cascas de frutas, ovos e verduras.
Esses materiais podem ser levados às usinas de compostagem, onde serão transformados em adubo orgânico.
Compostagem do lixo
A compostagem do lixo é a produção do adubo orgânico a partir do lixão não reciclável e, sempre que possível, deverá estar associada a um processo de recuperação dos subprodutos recicláveis do lixo.
A reciclagem de materiais encontrados no lixo é de grande importância sobre o aspecto ambiental, sanitário, social, econômico, pedagógico e político.
A coleta seletiva, o reaproveitamento, a redução e a reciclagem do lixo são soluções mais adequadas para se resolver o grave problema do lixo no planeta. A participação de cada um e da comunidade é a base para solução do problema. Separar o lixo não é uma tarefa difícil, requer apenas mudança de hábito e um pouco de boa vontade.
Alguns materiais não são recicláveis, como lâmpadas, cristais, louças, celofane, porcelana, pneus, espumas, isopor, papel laminado, papel carbono, fralda descartável e absorvente higiênico, filtro de ar de veículos, papel higiênico, retalho de tecido e carpete.
Entidades ligadas à preservação do meio ambiente
A seguir você verá o que alguns órgãos estão fazendo para ajudar na luta contra a destruição do meio ambiente.
As atitudes desses órgãos estão ajudando a conter a destruição e a degradação do ambiente em que vivemos.
O Greenpeace, por exemplo, está ajudando a conter a destruição da Amazônia, que produz o oxigênio que respiramos. O homem atual não se dá conta de que, o que ele faz hoje, prejudicará seus filhos ou netos amanhã. E se não fosse pelo Greenpeace e por outros órgãos, talvez não tivéssemos mais esta floresta que é o coração do planeta.
Já a WWF Brasil está ligada a vários projetos de preservação do meio ambiente, educação ambiental e também a outros, ligados à manutenção da vida no nosso planeta. Neste trabalho você vai encontrar o projeto desenvolvido por esta organização, para a Preservação da Biodiversidade do Pantanal.
GREENPEACE
O Greenpeace é uma entidade civil internacional sem fins lucrativos que se dedica à proteção do meio ambiente de forma pacífica.
A Amazônia
A Amazônia não é apenas a maior floresta tropical do mundo, é um estoque de biodiversidade sem igual em todo o planeta, com várias espécies animais e vegetais ainda desconhecidas. É também o local escolhido por 20 milhões de pessoas para viver. Portanto, qualquer solução para a Amazônia precisa passar necessariamente pela busca por soluções economicamente e ecologicamente viáveis. O Greenpeace tem atuado na Amazônia desde 1992. A partir de 1999, a proteção da floresta e a busca por soluções para o desenvolvimento da região tem sido a prioridade global do Greenpeace.
O Greenpeace na proteção da Amazônia:

A seguir, notícias de algumas atitudes tomadas pelo Greenpeace, para conter a destruição da Amazônia:
Londres, 20 de junho de 2000
Um grupo de seis ativistas do Greenpeace, incluindo o brasileiro Eduardo Quartim, abordou hoje pela manhã o navio MV ENIF para impedir o desembarque de um carregamento de madeira compensada da Amazônia, proveniente da madeireira WTK/Amaplac. Os ativistas acorrentaram-se à proa do barco no estuário do Rio Tâmisa para impedir que o navio descarregue sua carga no porto londrino de Tilbury. O Greenpeace quer que o capitão do navio retorne sua carga ilegal ao Brasil. O navio ENIF deixou a Amazônia em 20 de maio passado.
Segundo dados do governo brasileiro, cerca de 80% da madeira extraída da Amazônia é ilegal. A WTK, multinacional malaia conhecida no Brasil como Amaplac, é a responsável pela carga do ENIF. A empresa é uma das maiores destruidoras mundiais de florestas. Seus fornecedores amazônicos têm sido multados freqüentemente e muitos são objeto de inquérito movido pelo Ministério Público Federal, em Manaus. A WTK está também ameaçando a integridade das terras dos índios Deni, no vale dos rios Juruá e Purus, no estado do Amazonas.
“A floresta amazônica está sendo destruída pela exploração predatória e ilegal de madeira. Parte desta madeira acaba virando formas baratas de construção civil no Reino Unido e poucos britânicos têm consciência disto”, diz Eduardo Quartim, o ativista brasileiro que está acorrentado no mastro do navio. “É dever de todos nós proteger a Amazônia, a cultura de seus povos, sua flora e os animais que ali vivem antes que seja muito tarde. Precisamos parar com o comércio internacional de madeira ilegal".
John Sauven, Coordenador da Campanha de Florestas do Greenpeace no Reino Unido, cobrou do primeiro ministro Tony Blair que cumpra suas promessas de trabalhar contra o comércio de madeira ilegal. "O Primeiro Ministro prometeu agir para proteger as florestas remanescentes do Planeta, mas pedaços da Amazônia continuam chegando todo mês ao porto de Tilbury."
Uma investigação feita pelo Greenpeace em maio e junho últimos na região amazônica onde a WTK obtém sua madeira revelou várias balsas de madeira ilegal. Entre estas, vários troncos de Sumauma, conhecida como “rainha da floresta amazônica”, pelo seu porte. A árvore alcança normalmente 30 metros de altura e mais de 3 metros de diâmetro. Desde março, o Greenpeace está com o navio MV Amazon Guardian em uma expedição na região amazônica para documentar e denunciar os casos de exploração ilegal de madeira.
Aproximadamente 80% das florestas primitivas do mundo já foram destruídas ou degradadas. O que resta está desaparecendo numa taxa de aproximadamente 10 milhões de hectares por ano, área equivalente à de um campo de futebol a cada dois segundos. Um sétimo parte da Amazônia, área equivalente à da França, já foi perdida.

Hamburgo/Alemanha, 26 de junho de 2000
Ativistas do Greenpeace bloquearam, ontem à noite, no porto de Hamburgo (Alemanha), a entrada do navio MV Enif, carregado de madeira proveniente da Amazônia. Cerca de 30 ambientalistas a bordo de barcos infláveis foram ao encontro do navio e quatro deles subiram a bordo e estenderam uma faixa com a frase: "Europa: diga "não" à destruição das florestas primárias!". Os ativistas também renomearam o navio de "Amazon Crime" (Crime da Amazônia) e exigiram que a madeira fosse enviada de volta ao Brasil.
O Greenpeace exige que os países europeus boicotem as importações de madeira proveniente da destruição de florestas primárias ao redor do mundo. Na semana passada, em Londres, ativistas da entidade ambientalista ? entre eles o brasileiro Eduardo Quartim ? invadiram o mesmo navio e impediram por três dias o descarregamento no porto de Tilbury de 1.700 toneladas de madeira compensada vindas da empresa Amaplac situada em Manaus, subsidiária da multinacional WTK. No momento, o Enif transporta 500 toneladas de madeira amazônica a bordo, sendo 137 toneladas provenientes da Amaplac/WTK e destinadas ao mercado alemão.
Dados do próprio governo brasileiro mostram que 80% da atividade madeireira na Amazônia é ilegal. Na Amazônia, todos os anos, um milhão e meio de hectares de florestas são destruídos como conseqüência de incêndios florestais e da exploração predatória da madeira por empresas madeireiras nacionais e multinacionais.
"As florestas primárias em todo o mundo são devastadas em um ritmo assustadoramente rápido. Mesmo assim, o governo alemão e de outros países da Europa continuam permitindo a importação de madeira destas florestas, incluindo a Amazônia", diz Eduardo Quartim da campanha da Amazônia do Greenpeace Brasil, que está em Londres e com passaporte retido pela policia britânica até o julgamento referente à ação realizada na semana passada.
A proteção dos últimos remanescentes florestais em distintos pontos do planeta, como a Rússia, Canadá e região amazônica, é a prioridade global do Greenpeace. Na Amazônia, a entidade tem desenvolvido diversas ações de investigação e denúncia de exploração ilegal de madeira, em parceria com populações indígenas e tradicionais da região e com órgãos de fiscalização. Para apoiar esta ações, a entidade trouxe o navio MV Amazon Guardian, que percorreu durante quatro meses os estados do Amazonas e Pará.
"O Greenpeace também tem apoiado alternativas econômicas de uso da floresta que garantam a seus habitantes meios sustentáveis de sobrevivência", diz Eduardo Quartim. "Somente a exploração certificada pelos padrões do Conselho de Manejo Sustentável (FSC) garantirá a manutenção dos recursos naturais e consequentemente dos empregos na região amazônica. Esta opinião é inclusive compartilhada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Construção Civil e da Madeira.".

Savannah, Geórgia (EUA), 24 de julho de 2000
Um grupo de cinco ativistas do Greenpeace ocupou, hoje de manhã, o navio de bandeira dinamarquesa CIC Light, que carregava madeira criminosa vinda da Amazônia. Ativistas britânicos, norte-americanos, belgas e alemães acorrentaram-se à carga e estenderam uma faixa com a frase "Chega de Madeira Ilegal". Eles impediram o descarregamento de compensados da Selvaplac, empresa multada diversas vezes por envolvimento com madeira ilegal no Pará. Dois dos ativistas foram jogados violentamente na água pela tripulação do navio dinamarquês, que cortou as cordas de alpinismo que os prendiam à embarcação.
Recentes investigações do Greenpeace em áreas remotas da Amazônia revelaram evidências de que várias empresas que exportam madeira para os EUA estão envolvidas com o comércio de madeira ilegal. A Selvaplac é subsidiária no Brasil do grupo Rimbunan Hijau, conhecido como um dos maiores destruidores de florestas do mundo.
Os remanescentes florestais do planeta estão desaparecendo em um ritmo alarmante. O World Resources Institute (WRI), com sede em Washington, estima que cerca de 80% das florestas primárias do globo já foram destruídas ou gravemente degradadas. Processos predatórios dizimaram cerca de 1/7 da Amazônia.
A ação em Savannah é a mais recente de uma série de protestos globais do Greenpeace contra a exploração ilegal e predatória de madeira nos últimos remanescentes florestais do planeta. Nas últimas semanas o GP realizou ações contra madeira de origem criminosa vinda da Amazônia brasileira Rússia, Canadá e Camarões.
WWF BRASIL
O WWF Brasil é uma organização não-governamental que integra uma das maiores redes mundiais de conservação da natureza. A instituição atua em todas as regiões do Brasil desenvolvendo projetos que procuram harmonizar a atividade humana com a preservação da biodiversidade e o uso racional dos recursos naturais. Destes, selecionamos o comentado abaixo:
Projeto da WWF Brasil:
Preservação da Biodiversidade do Pantanal
Situado nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e estendendo-se sobre a Bolívia e o Paraguai, o Pantanal é um território singular, de natureza única no Planeta. Povoado por uma grande variedade de espécies de mamíferos, répteis, peixes e pássaros, o Pantanal é um dos mais valiosos patrimônios naturais do Brasil.
Descrição do Projeto
O objetivo do projeto é promover a conservação do Pantanal através da criação de áreas protegidas, identificação e estímulo às atividades econômica e ambientalmente viáveis e ampliação do conhecimento científico e técnico da região. O projeto envolverá representantes do Governo, das universidades, de outras ONGs e proprietários locais na formulação de um programa de conservação para a região, incluindo a criação de uma rede de unidades de conservação (particulares e públicas). que prevê: controle de pesca, ecoturismo de baixo impacto e proteção da natureza.
Participação do WWF
O WWF atua em parceira com os setores governamental e privado na realização de atividades científicas, treinamento, educação ambiental e políticas públicas, buscando sempre a inserção das questões ambientais nas decisões de planejamento e ações para a região. O WWF coordenará a compilação e a análise das informações que servirão de base no desenvolvimento de um plano comum de conservação do Pantanal. A abertura de um escritório em Corumbá, que funcionará como base de campo para o projeto, agilizará o trabalho do WWF na região.
Atividades Previstas
Identificar e produzir mapas das áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade até o final de 1999.
Estimular a criação de unidades de conservação e de adoção de medidas de incentivo à proteção dos recursos naturais.
Reunir informações sobre atividades econômicas de baixo impacto ambiental que sejam adequadas ao Pantanal.
Analisar o impacto da pesca esportiva sobre o equilíbrio natural do Pantanal na região da Estrada-Parque, entre Corumbá e Miranda.
Produzir um guia das aves encontradas no Pantanal, para uso turístico.
Apoiar ações governamentais e do setor privado voltadas para a proteção dos recursos naturais.
Sistematizar o conhecimento científico atualmente existente para embasar o manejo conservacionista.
Disseminar as atividades do projeto, assim como os resultados positivos obtidos, com o objetivo de multiplicar a experiência para outras regiões de áreas úmidas semelhantes ao Pantanal.
Texto estraido do site: https://www.infocefet.hpg.com.br/preservacao.html